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Fogos de artifício I
Não tem jeito. Pode ser um chiuaua, pode ser um São Bernardo. É muito difícil encontrar um cachorro que não se sinta A-P-A-V-O-R-A-D-O com barulho de fogos de artifício. Em tempo de Copa do Mundo, você já deve estar pensando o que fazer para o Rex não ficar com aquele olhão arregalado, cheio de taquicardia, se enfiando debaixo da cama. Então pare já de se preocupar... mesmo porque não vai adiantar nada. Não há uma solução 100% para esse problema. O melhor é pensar, em primeiro lugar, em levá-lo para um lugar mais tranqüilo — uma chácara de um amigo, por exemplo — onde as comemorações pelos gols do Brasil têm pouca chance de chegar...
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Fogos de artifício II
Ok, o plano de levar o Totó para a chácara não deu certo. Então, deixe-o em um lugar protegido do barulho, de preferência escuro (pode ser o lavabo, por exemplo), com as coisas que ele mais gosta: a caminha onde está acostumado a dormir, a almofada ou os brinquedos prediletos... Isso deverá acalmá-lo. Nos casos mais extremos, pode ser que você tenha que ficar junto com ele. Apesar de nenhum dono gostar de ver seu cão estressado, o médico veterinário Pérsio Montebelo garante que não há conseqüências mais graves para a situação. Dr. Pérsio alerta, entretanto, que os cães não devem ser mantidos presos à corrente, durante a queima dos fogos. ‘‘Eles podem se enrolar, ou querer saltar uma cerca, por exemplo, e se enforcar’’, alerta. Pode ser que você prefira evitar o pânico do animal. Neste caso, peça ao seu veterinário para receitar um tranqüilizante fraco. Mas lembre-se: jamais medique seu animal por conta própria, falou?
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Califa está perdido
Califa é um boxer de cerca de 7 meses, que não pára. Pula como um louco o tempo todo e só quer saber de brincar. A maior de todas as travessuras ele aprontou no fim de semana passado, quando fugiu de sua casa, na QI 26 do Lago Sul. O que o Califa nem sonha é que deixou o seu dono Luã, de 10 anos, tão triste que nem sequer quer ir a escola. Quem tiver notícias do boxer danadinho, que tem cor de mel e ‘‘meias’’ brancas nas patas, ligue, sem falta para o 367-4678.
Telefones úteis: Sociedade Protetora dos Animais — SOS Animais: 9991-5721
Dúvidas, reclamações, doações, denúncias e sugestões podem ser enviadas para o e-mail da página de bichos ou por carta, para o endereço do jornal.
Correio Braziliense — SIG Quadra 02, lote 340. Cep: 70610-901.
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