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Bolinhos às pencas
Por Liana Sabo
| Edilson Rodrigues |
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Sabe aqueles bolinhos de bacalhau maravilhosos feitos na Casa do Bacalhau da 407 Sul? Agora eles estão mais baratos (encomendas no 242-7112) e podem sair em três tamanhos: coquetel (pequeno a R$ 30,00 o cento), médio (R$ 1,00 a unidade) e grande (R$ 1,60 a unidade). Toda essa revolução se explica: o proprietário Elias Sobrinho (foto) adquiriu novos equipamentos que facilitam a produção, a ponto de fabricar 6 mil unidades por hora. ‘‘A máquina ajuda a acelerar o processo naquilo que era difícil, como a separação dos ossos e a centrifugação da massa, o resto continua mesmo sendo feito manualmente’’, esclarece Elias. Só para ter uma idéia, antes o cento de bolinhos custava R$ 75,00.
Novo passo é instalar uma Central de Produção, em Águas Claras, para abastecer o mercado em franca expansão. Agora, o detalhe: a casa só trabalha com o bacalhau da Noruega, tipo Gadus Morhua Imperial, e fornece também o bolinho congelado para você fritar em casa.
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Sabor mineiro
A restauratrice Maria Christina Costa aproveita o forno a lenha instalado no Largo do Convento para lançar pizza — a mais nova atração da casa, que completou um ano no Pier 21. Fiel à origem culinária, há a pizza mineira com lingüiça, queijo minas, tomate e orégano; a de tomate seco com rúcula e anchovas e a vegetariana com ricota, tomate cereja e manjericão. Sanduíches especiais completam a linha de lanches rápidos, onde se destacam rosbife com molho tártaro, peito de frango com frutas secas e ricota e pernil fatiado com chutney de manga. Telefone 223-4534.
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Máximo com xis
Enquanto Massimo era apenas panificadora, nada a temer. Mas depois que Guilherme e Edna Costa Manso resolveram instalar, também, restaurante no Deck Brasil (QI-11 do Lago Sul) veio a reclamação. O restaurateur italiano Massimo Ferrari, que dá nome ao premiado três estrelas paulistano, não gostou de dividir grife que lhe pertence. A solução foi trocar os esses pelo xis, como em bom português.
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Tintim
Um dos novos lançamentos do Trastevere é o Ravióli Manuia, composto de massa caseira recheada de vitela e trufas negras de verão ao molho branco perfumado com trufas negras. O prato é uma homenagem ao empresário gourmet Sandro Melaranci, que por dez anos manteve-o no cardápio de seu restaurante em Roma, chamado Manuia, que na língua dos taitianos, significa saúde.
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O nome da rosa
Com o nome de Stinking Rose, cuja tradução é rosa fedida, cadeia de restaurantes norte-americanos oferece cardápio exclusivamente à base de alho — do ravióli ao sorvete. Quem degustou os sabores foi o gourmet José Luis Paixão, semana passada, em São Francisco, segunda escala de uma viagem a Chicago, onde juntamente com o consultor gastronômico Francisco Oliveira e o restaurateur Gustavo Kaufman, percorreu a NRA Show — principal feira de alimentação do mundo. Entre as novidades, sorvete com molho de tabasco, cachorro-quente de sundae e sushis de legumes cozidos, além de novas tecnologias, como coleção de comandas eletrônicas, simples e funcionais.
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