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Pesquisa
Sensação de dor
Os parceiros podem afetar a maneira com que as pessoas sentem dor crônica nas costas. Segundo reportagem publicada na edição eletrônica da revista New Scientist, cientistas da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, descobriram que, se o parceiro for solícito e se envolver com o problema, há um aumento da sensibilidade do paciente. Esse é um exemplo interessante de como os fatores sociais podem influenciar a intensidade da dor, os padrões do problema e até o processo psicológico da dor. Os cientistas compararam as experiências de pacientes cujos parceiros eram solícitos com os que tentavam fazer com que a pessoa se distraísse e não percebesse a dor. Os pacientes cujos parentes se concentravam na dor se mostravam quase três vezes mais sensibilidade a choques elétricos. Mas os efeitos só eram apresentados quando os parceiros estavam presentes. O resultado do estudo foi apresentado no domingo passado durante encontro da Sociedade de Neurociência em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos.
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Combustível
Óleo de girassol
Já imaginou substituir diesel por olho de girassol? Testes realizados com tratores, usando o óleo de girassol puro, indicaram desempenho superior ao diesel, a custo inferior e sem provocar danos ao meio ambiente, já que não causa poluição química. O novo combustível está há quase um ano em testes, no município de Manduri, região de Avaré, São Paulo. Uma equipe de 20 agrônomos do Centro de Testes, Avaliação e Divulgação da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cetadi-Cati) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo monitora os experimentos. O girassol é uma cultura de segunda safra, plantada geralmente em fevereiro, após a colheita de outros grãos. Ou seja, complementa e não substitui a produção de alimentos. A produtividade média é de 1.500kg por hectare, que rendem cerca de 500 litros de óleo e 1.000kg de torta de girassol, o subproduto da prensagem, que serve de ração animal.
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Conquista da Lua
Contra os descrentes
Mais de 30 anos depois da chegada do homem à Lua, em julho de 1969, a agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) finalmente decidiu responder àqueles que asseguram que esta conquista foi na realidade uma cena realizada num estúdio cinematográfico ou num deserto australiano. No ano passado, a polêmica foi alimentada por uma série de produções de tevê, tanto da Fox como da NBC, que ampliaram a discussão dos incrédulos. Cerca de 10% dos americanos crêem que a conquista da Lua foi na realidade um invento da Nasa. Para iniciar a campanha contra este tipo de crença, a Nasa contratou um ex-engenheiro espacial, James E. Oberg, autor de uma dezena de livros sobre o espaço.
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