|
|
|
||||
| Confira o dia-a-dia da viagem do descobrimento | ||||
| 23 de abril de 1500 |
Caderno especial - Como seria o Correio se o Jornal existisse em 1500 (arquivo formato PDF - 4.5Mb) |
|||
|
O quadragésimo sexto dia da viagem 22 de abril de 1500 |
Um monte "mui alto e redondo" surge no horizonte
Caderno especial - limites da pátria (arquivo formato PDF - 2,1Mb) |
|||
|
O quadragésimo quinto dia da viagem 21 de abril de 1500 |
Botelhos e rabos de asno flutuam no Atlântico. Os marinheiros
comemoram. É a primeira boa nova depois de difíceis 45 dias de viagem.
O nome Brasil está cercado de mistério |
|||
|
O quadragésimo quarto dia da viagem 20 de abril de 1500 |
Apenas 10% da frota de Cabral tem algum domínio
das letras. Muitos marinheiros são analfabetos, não passaram
nem por escolas de marinhagem |
|||
|
O quadragésimo terceiro dia da viagem 19 de abril de 1500 |
Os barcos viram para o sudoeste, a tripulação
canta para celebrar a Páscoa. Franceses e flamengos mudam a música |
|||
|
O quadragésimo segundo dia da viagem 18 de abril de 1500 |
A frota está perto da Baía de Todos os Santos
e traz a bordo o tesoureiro Pero Vaz de Caminha, que narrará ao
rei, com riqueza de detalhes, a paisagem da nova terra e morrerá
nas Índias sem voltar a Portugal |
|||
|
O quadragésimo primeiro dia da viagem 17 de abril de 1500 |
O zero e a lenda das sete cidades Os marujos celebram a sexta-feira santa e temem a lenda do ano bissexto. O homem europeu está dividido entre a ciência e a religião |
|||
|
O quadragésimo dia da viagem 16 de abril de 1500 |
Os tripulantes trazem a carga preconceituosa da Europa que não confere individualidade aos nativos. Terror ao canibalismo mítico das novas terras |
|||
|
Trigésimo nono dia de viagem 15 de abril de 1500 |
Os tripulantes tomam pouco banho, usam vinagre para lavar-se, fazem do mar o seu banheiro e o mau cheiro é uma constante nos barcos |
|||
|
Trigésimo oitavo dia de viagem 14 de abril de 1500 |
Na frota de Cabral, 10% da tripulação é formada por meninos entre 10 e 15 anos. Eles lavam o barco e dormem no convés. No século XVI, metade das crianças nascidas em Portugal morrem antes de completar um ano |
|||
|
Trigésimo sétimo dia de viagem 13 de abril de 1500 |
O teatro é uma das diversões prediletas dos marinheiros. Agora, ensaiam a peça da Semana Santa. No Renascimento, a dramaturgia resgata as tragédias gregas |
|||
|
Trigésimo sexto dia de viagem 12 de abril de 1500 |
Os marujos assistem à missa dominical e ouvem a pregação contra as farras, das quais participa até Sancho de Tovar, o sangüíneo espanhol que vingou com sangue a morte do pai |
|||
|
Trigésimo quinto dia de viagem 11 de abril de 1500 |
Presentes, tesouros e guloseimas Arcas de prata cheias de moedas de ouro, marmelada, queijo e uma cadeira forrada com veludo vermelho são os tesouros carregados por Cabral e cobiçados por piratas e corsários |
|||
|
Trigésimo quarto dia de viagem 10 de abril de 1500 |
As calmarias acabam e Cabral segue a rota que Vasco da Gama descobriu: mais longa e mais fácil. Do outro lado do mundo, Zhen He, almirante do imperador da China, comanda imponente armada |
|||
|
Trigésimo terceiro dia de viagem 9 de abril de 1500 |
Mestre João, físico e cosmógrafo A esquadra cruza o Equador e Mestre João encontra dificuldades para medir a altura das estrelas do hemisfério Sul. A cosmologia asteca em 1500 |
|||
|
Trigésimo segundo dia de viagem 8 de abril de 1500 |
Os marinheiros de Cabral atravessam o Atlântico em quartéis flutuantes. Só na nau capitânia há 12 canhões. O poderio bélico europeu encontra um Oriente desarmado O mundo na época: Belicosos europeus contra pacifistas orientais |
|||
|
Trigésimo primeiro dia de viagem 7 de abril de 1500 |
Custa caro mandar grandes esquadras atravessarem o Atlântico e o Índico. Mas o rei de Portugal não banca sozinho a empreitada: conta com os mais astutos financistas da época |
|||
|
Trigésimo dia de viagem 6 de abril de 1500 |
Os tripulantes que não retornarão a Lisboa. Por ordem do rei, ficarão no meio do caminho para fundar feitorias na África e na Ásia. Portugal domina e escraviza africanos |
|||
|
Vigésimo nono dia de viagem 5 de abril de 1500 |
O judeu Gaspar da Gama é o língua da frota. Será o intérprete entre portugueses e indianos. No Renascimento, a Europa trocou o latim pelo populacho |
|||
|
Vigésimo oitavo dia de viagem 4 de abril de 1500 |
Uma canada de água para beber e cozinhar Os homens de Cabral estão com sede, economizam vinho e água potável, lavam legumes e verduras no mar. No Renascimento surge o alambique e revoluciona a arte de beber |
|||
|
Vigésimo sétimo dia de viagem 3 de abril de 1500 |
As calmarias deixam a tripulação impaciente e irritam até Bartolomeu Dias, o navegador mais calejado por tragédias no mar que, nesta viagem, encontrará a morte |
|||
|
Vigésimo sexto dia de viagem 2 de abril de 1500 |
Não há uma única mulher nos barcos. Os marujos sofrem de desejo, passam mais de oito meses sem sexo. No Renascimento, prazer e pecado convivem nas alcovas e ruas |
|||
|
Vigésimo quinto dia de viagem 1 de abril de 1500 |
Nu’a mão a espada, noutra a pena Religiosos proíbem livros profanos e marujos desobedecem. No porão, devoram novelas de cavalaria, como a do rei Arthur e os cavaleiros da távola redonda |
|||
|
Vigésimo quarto dia de viagem 31 de março de 1500 |
Sem vento, os barcos de Cabral se arrastam. Logo cruzarão uma linha que pôs à prova o rei de Portugal |
|||
|
Vigésimo terceiro dia de viagem 30 de março de 1500 |
Parada nas calmarias, a frota de Cabral carece de vento e se esvai no calor. As roupas são inadequadas. Cabral veste calça justa, boina preta e casaco de veludo com saiote drapeado. Os marujos vivem melhor: de calção e peito nu |
|||
|
Vigésimo segundo dia de viagem 29 de março de 1500 |
Em pleno sermão dominical de frei Henrique de Coimbra, os ventos param de soprar. São as calmarias. Os instrumentos que o homem do século XV usava para navegar |
|||
|
Vigésimo primeiro dia de viagem 28 de março de 1500 |
Os marinheiros de Cabral festejam a proximidade do Equador e temem as calmarias. Na frota, estão navegadores experientes, mas os europeus que primeiro pisaram no Brasil são os espanhóis |
|||
|
Vigésimo dia de viagem 27 de março de 1500 |
Vinte homens condenados estão a bordo dos navios. Para continuar vivos, eles aceitam qualquer coisa: até a missão de ficar no Brasil quando Cabral vai embora |
|||
|
Décimo nono dia de viagem 26 de março de 1500 |
No comando da frota, Cabral tem poderes para punir marinheiros
desobedientes até com a morte. Enquanto a Renascença liberta
o |
|||
|
Décimo oitavo dia de viagem 25 de março de 1500 |
A frota de Cabral deixa para trás a nau desaparecida, mas a tripulação não tem tempo nem espaço para melancolia: navega-se entre caixas, caixotes, montes de mercadorias, bagagens e animais vivos |
|||
|
Décimo sétimo dia de viagem 24 de março de 1500 |
Os marinheiros de Cabral, tomados pelo medo, procuram o barco desaparecido ontem, rondam as ilhas e nada encontram. Quais eram as profissões da época e o desprezo reservado aos homens do mar |
|||
|
Décimo sexto dia de viagem 23 de março de 1500 |
Os naufrágios e outros infortúnios que puseram a perder seis naus e 750 vidas, inclusive as de Caminha, o escrivão, e de Bartolomeu Dias, o ‘‘Capitão do Fim’’. E por que o mar comia os navios e os homens |
|||
|
Décimo quinto dia de viagem 22 de março de 1500 |
A tripulação festeja a vista da ilha de São Nicolau, mas Cabral, para espanto dos marinheiros, não aporta nem para pegar água. Desconfia-se que Cabral carregue um segredo |
|||
|
Décimo quarto dia de viagem 21 de março de 1500 |
Os navegadores ganham salários para se arriscar no mar, mas cobiçam mesmo o lucro da pimenta e das mercadorias orientais que podem levar de volta a Lisboa para vender O mundo na época: Pouco dinheiro e muito trabalho - entra em cena o operário |
|||
|
Décimo terceiro dia de viagem 20 de março de 1500 |
Nesta frota, estão embarcados nada menos que 2,5% da população de Lisboa: há gentes do mar, gentes das armas e crianças de 9 a 15 anos. Como era a demografia da época |
|||
|
Décimo segundo dia de viagem 19 de março de 1500 |
Quem eram os capitães de cada barco da frota, e a história da ascensão e queda do domínio português na Ásia, o “império impossível” |
|||
|
Décimo primeiro dia de viagem 18 de março de 1500 |
Cabral reza, todos rezam, no rumo de Cabo Verde. Há procissões no convés e 17 religiosos a bordo. Qual o papel da Igreja Católica no Renascimento |
|||
|
Décimo dia de viagem 17 de março de 1500 |
A 100 quilômetros das Canárias, Cabral sente terríveis dores de cabeça. É a malária. Com a chegada do escorbuto, os barcos parecem hospitais. Como era a medicina no século XV |
|||
|
Nono dia de viagem 16 de março de 1500 |
Escondidos, os marinheiros divertem-se com cartas e irritam os padres a bordo, que consideram o carteado um pecado. Como era o lazer no Renascimento |
|||
|
Oitavo dia de viagem 15 de março de 1500 |
O que os marinheiros comiam e bebiam nos treze barcos da frota de Cabral e como o mundo renascentista criou uma nova culinária e a etiqueta à mesa de refeições |
|||
|
Sétimo dia de viagem 14 de março de 1500 |
Como Cabral previra, a frota passa pelas ilhas Canárias, mas fica parada em meio às calmarias. Quais as fontes de energia disponíveis ao homem do século XV O mundo na época: A era em que a madeira valia como petróleo |
|||
|
Sexto dia de viagem 13 de março de 1500 |
A linhagem de Pedro Álvares Cabral, o comandante da frota que agora se aproxima das ilhas Canárias, e quais eram os grandes gênios do Renascimento |
|||
|
Quinto dia de viagem 12 de março de 1500 |
Quem era dom Manoel, um rei que andava sobre um elefante pelas ruas de Lisboa e insistiu em lançar a frota de Cabral ao mar, e qual era a geopolítica do mundo renascentista |
|||
|
Quarto dia de viagem 11 de março de 1500 |
Os antecedentes da viagem marítima de Cabral e seus objetivos comerciais. Como era o comércio no século XV e os produtos e terras mais cobiçados |
|||
|
Terceiro dia de viagem 10 de março de 1500 |
Agora, a frota anda num bom ritmo, rumo ao sul. Como eram as naus e caravelas da esquadra de Cabral e em que estágio se encontrava a navegação marítima no mundo |
|||
|
Segundo dia de viagem 9 de março de 1500 |
Depois de um dia paralisada na foz do Tejo, a frota enfim lança-se ao Mar Oceano, deixando Lisboa para trás. Como eram as grandes cidades do mundo renascentista O mundo na época: Belas e sujas ‘‘O ar das cidades torna os homens livres’’ Provérbio medieval Sobre o rastro marítimo de Cabral Presidentes do Brasil e de Portugal acompanharam largada de regata que refaz trilha das naus do navegador |
|||
|
Primeiro dia de viagem 8 de março de 1500 |
Começa a aventura marítima de Pedro Álvares Cabral. Como foram as despedidas na Praia do Restelo e o que os europeus sabiam a respeito do temido Mar Oceano |
|||